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{"id":3393,"date":"2025-09-13T12:26:14","date_gmt":"2025-09-13T15:26:14","guid":{"rendered":"https:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/13\/emprego-no-comercio-brasil-china-cresce-mais-que-nas-demais-parcerias\/"},"modified":"2025-09-13T12:26:14","modified_gmt":"2025-09-13T15:26:14","slug":"emprego-no-comercio-brasil-china-cresce-mais-que-nas-demais-parcerias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/13\/emprego-no-comercio-brasil-china-cresce-mais-que-nas-demais-parcerias\/","title":{"rendered":"Emprego no com\u00e9rcio Brasil-China cresce mais que nas demais parcerias"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A parceria comercial entre o Brasil e a China tem rendido \u00e0 economia brasileira um crescimento no n\u00famero de empregos formais maior que as expans\u00f5es proporcionadas por demais parceiros.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1658476&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1658476&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>De 2008 a 2022, o n\u00famero de empregos ligados a exporta\u00e7\u00f5es para a China cresceu 62%, superando as expans\u00f5es identificadas nas parcerias com Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%), Uni\u00e3o Europeia (22,8%) e demais pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul (17,4%).<\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo, os postos formais de trabalho ligados a atividades de importa\u00e7\u00e3o proveniente da China cresceram 55,4%, acima das expans\u00f5es registradas no com\u00e9rcio importador com a Am\u00e9rica do Sul (21,7%), Uni\u00e3o Europeia (21%), Estados Unidos (8,7%) e Mercosul (0,3%).<\/p>\n<p>A constata\u00e7\u00e3o est\u00e1 no estudo An\u00e1lise Socioecon\u00f4mica do Com\u00e9rcio Brasil-China, divulgado esta semana pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), em parceria com o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (Mdic).<\/p>\n<p>O CEBC \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que promove o di\u00e1logo entre empresas dos dois pa\u00edses. O levantamento considerou parceiros no Mercosul a Argentina, Paraguai e Uruguai.<\/p>\n<h2>Mais emprego na importa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>De acordo com o estudo, <strong>nas atividades ligadas a importa\u00e7\u00f5es, a parceria Brasil-China \u00e9 a maior empregadora, com mais de 5,567 milh\u00f5es de postos de trabalho, 145 a mais que a Uni\u00e3o Europeia (UE). <\/strong>O ano de 2022 foi o primeiro da s\u00e9rie hist\u00f3rica (iniciada em 2008) em que o com\u00e9rcio sino-brasileiro atingiu o topo do ranking de empregos.<\/p>\n<p>J\u00e1 as atividades ligadas ao setor exportador empregavam mais de 2 milh\u00f5es de pessoas no com\u00e9rcio sino-brasileiro.<\/p>\n<p>Apesar de ter sido o maior aumento ante 2008 (+62%), o com\u00e9rcio exportador para a China fica atr\u00e1s dos demais parceiros em n\u00famero absoluto de emprego, perdendo para Mercosul (3,8 milh\u00f5es), Uni\u00e3o Europeia (3,6 milh\u00f5es), Am\u00e9rica do Sul (3,5 milh\u00f5es) e os Estados Unidos (3,4 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>A analista do CEBC, Camila Amigo, explica que o com\u00e9rcio sino-brasileiro \u00e9 o que tem menos empregos na exporta\u00e7\u00e3o por causa do perfil da pauta exportadora para a China, dominada por produtos agropecu\u00e1rios e minerais.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEsses setores, embora altamente competitivos e estrat\u00e9gicos, geram proporcionalmente menos postos de trabalho devido ao seu alto n\u00edvel de mecaniza\u00e7\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o a segmentos industriais mais diversificados, como aqueles que t\u00eam maior peso nas exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para Estados Unidos, Uni\u00e3o Europeia e Mercosul\u201d, diz \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil.<\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os dados sobre vagas ocupadas foram colhidos pelos pesquisadores por meio da Rela\u00e7\u00e3o Anual de Informa\u00e7\u00f5es Sociais (Rais), um relat\u00f3rio que empresas fornecem ao Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego. Dessa forma, os dados da pesquisa se referem a empregos formais.<\/p>\n<p>O CEBP separa o n\u00famero de empregos entre importadoras e exportadoras, pois algumas empresas atuam nas duas pontas, o que causaria duplicidade se os dois contingentes fossem somados.<\/p>\n<h2>Metade do super\u00e1vit brasileiro<\/h2>\n<p>A China \u00e9 o principal parceiro econ\u00f4mico do Brasil, seja nas exporta\u00e7\u00f5es ou importa\u00e7\u00f5es. Em 2024 existiam no Brasil cerca de 3 milh\u00f5es de empresas que exportaram para a China e 40 mil com atividade de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Em 2024, segundo o estudo, o pa\u00eds asi\u00e1tico foi destino de 28% das vendas externas brasileiras e origem de 24% de nossas compras externas.<\/strong><\/p>\n<p>A parceria tem resultado em super\u00e1vit no lado brasileiro, isto \u00e9, vendemos mais do que compramos. <strong>Em dez anos, o Brasil acumulou saldo positivo de US$ 276 bilh\u00f5es. Esse montante representa metade (51%) do nosso super\u00e1vit com o mundo como um todo nesse per\u00edodo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Para os autores do estudo, a rela\u00e7\u00e3o comercial com a China \u00e9 estrat\u00e9gica n\u00e3o apenas no com\u00e9rcio exterior, sendo tamb\u00e9m um pilar da estabilidade macroecon\u00f4mica.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA manuten\u00e7\u00e3o do super\u00e1vit comercial do Brasil com a China por tantos anos contribuiu para reduzir a vulnerabilidade externa e elevar as reservas internacionais do pa\u00eds\u201d, assinala trecho.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEsse cen\u00e1rio favoreceu o equil\u00edbrio do balan\u00e7o de pagamentos com a entrada l\u00edquida de d\u00f3lares, o que ajudou a suavizar a volatilidade cambial, proteger a economia de choques internacionais e ancorar expectativas em per\u00edodos de instabilidade global\u201d, completa o texto.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Futuro da rela\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A analista Camila Amigo avalia que no cen\u00e1rio em que o Brasil enfrenta o tarifa\u00e7o\u00a0imposto pelo governo dos Estados Unidos, que aplica taxas de at\u00e9 50% parte dos produtos brasileiros vendidos aos americanos, o com\u00e9rcio sino-brasileiro apresenta bases s\u00f3lidas e estruturais e se sustenta na complementaridade entre os dois pa\u00edses.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA China depende do Brasil como fornecedor est\u00e1vel de alimentos, energia e minerais, enquanto o Brasil garante acesso ao maior mercado consumidor do mundo e importa produtos importantes para a produ\u00e7\u00e3o nacional\u201d, avalia.<\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p>\u201cO futuro da rela\u00e7\u00e3o comercial sino-brasileira deve estar baseado em confian\u00e7a, buscar por diversifica\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es, sustentabilidade e inclus\u00e3o socioecon\u00f4mica, aproveitando n\u00e3o apenas a demanda por <em>commodities<\/em>, mas tamb\u00e9m o espa\u00e7o para novos produtos e novas empresas nesse com\u00e9rcio\u201d, conclui.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia\/noticia\/2025-09\/emprego-no-comercio-brasil-china-cresce-mais-que-nas-demais-parcerias\">Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A parceria comercial entre o Brasil e a China tem rendido \u00e0 economia brasileira um crescimento no n\u00famero de empregos formais maior que as expans\u00f5es proporcionadas por demais parceiros. 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