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{"id":3619,"date":"2025-09-21T04:10:25","date_gmt":"2025-09-21T07:10:25","guid":{"rendered":"http:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/21\/chikungunya-traz-preocupacoes-apos-uma-decada-de-presenca-no-brasil\/"},"modified":"2025-09-21T04:10:25","modified_gmt":"2025-09-21T07:10:25","slug":"chikungunya-traz-preocupacoes-apos-uma-decada-de-presenca-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/21\/chikungunya-traz-preocupacoes-apos-uma-decada-de-presenca-no-brasil\/","title":{"rendered":"Chikungunya traz preocupa\u00e7\u00f5es ap\u00f3s uma d\u00e9cada de presen\u00e7a no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>Passados pouco mais de dez anos dos primeiros casos identificados no pa\u00eds, o v\u00edrus causador do chikungunya ainda traz uma s\u00e9rie de preocupa\u00e7\u00f5es para o Brasil. O alerta \u00e9 da reumatologista Viviane Machicado Cavalcante, presidente da Sociedade Baiana de Reumatologia (Sobare).<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1659581&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1659581&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p><strong>Durante confer\u00eancia realizada dentro do Congresso Nacional de Reumatologia, que acontece at\u00e9 este s\u00e1bado (20) no Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Salvador (BA), ela\u00a0destacou que um dos grandes desafios relacionados \u00e0\u00a0doen\u00e7a \u00e9 o controle do vetor, ou seja, o combate aos mosquitos <em>Aedes aegypti<\/em> e <em>Aedes albopictus<\/em>, transmissores do v\u00edrus.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAinda existem muitos desafios para a gente tratar e controlar essa doen\u00e7a no Brasil. O primeiro destaque que temos \u00e9 o controle desse vetor. A gente mora numa zona tropical e em que h\u00e1 dificuldade de controle por causa [da falta de] saneamento b\u00e1sico. E a gente precisa tamb\u00e9m de uma adequa\u00e7\u00e3o do sistema de sa\u00fade para acompanhamento desses pacientes, principalmente na rede p\u00fablica. Dependendo da regi\u00e3o, n\u00e3o existem ambulat\u00f3rios suficientes no Brasil para acompanhar esse paciente\u201d, disse ela.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>H\u00e1 duas semanas, a Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (Opas) comunicou estar preocupada com surtos localizados da doen\u00e7a em pa\u00edses das Am\u00e9ricas. <strong>Segundo alerta epidemiol\u00f3gico da Opas, os maiores surtos de chikungunya em 2025 se concentraram na Am\u00e9rica do Sul, particularmente na Bol\u00edvia, no Brasil, Paraguai\u00a0e em partes do Caribe.<\/strong> At\u00e9 o dia 9 de agosto de 2025, 14 pa\u00edses da regi\u00e3o relataram um total de 212.029 casos suspeitos de chikungunya e 110 mortes, com mais de 97% desses casos ocorrendo na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA presen\u00e7a simult\u00e2nea desses e de outros arbov\u00edrus aumenta o risco de surtos, complica\u00e7\u00f5es graves e mortes, especialmente entre popula\u00e7\u00f5es vulner\u00e1veis\u201d, alertou a Opas.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>S\u00f3 neste ano de 2025, o Brasil j\u00e1 registrou 121.803 casos de chikungunya, com 113 mortes confirmadas at\u00e9 o dia 17 de setembro, segundo o Painel de Monitoramento das Arboviroses, divulgado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO Nordeste foi grande epicentro dessa doen\u00e7a, ent\u00e3o foi aqui que os primeiros casos ocorreram, a gente come\u00e7ou a tratar mais essa doen\u00e7a e ela ainda continua [a existir] com\u00a0grande carga. Hoje o v\u00edrus est\u00e1 espalhado por todo o Brasil e h\u00e1 descri\u00e7\u00e3o de que j\u00e1 houve cerca de sete grandes ondas epid\u00eamicas detectadas no pa\u00eds nos\u00a0\u00faltimos dez anos. No \u00faltimo ano, a gente teve, principalmente, os estados de Minas Gerais e de Mato Grosso do Sul, com um grande n\u00famero de casos da doen\u00e7a\u201d, explicou a especialista.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Vacina<\/h2>\n<p><strong>Recentemente, o Instituto Butantan\u00a0anunciou uma vacina contra a doen\u00e7a, desenvolvida em parceria com a empresa farmac\u00eautica Valneva. O imunizante cont\u00e9m uma vers\u00e3o viva e atenuada do v\u00edrus da chikungunya, o que pode causar sintomas semelhantes aos da doen\u00e7a.<\/strong><\/p>\n<p>Em abril deste ano, a vacina recebeu aprova\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa), que autorizou sua aplica\u00e7\u00e3o em pessoas acima dos 18 anos. No entanto, em agosto deste ano, a Food and Drug Administration (FDA), ag\u00eancia reguladora dos Estados Unidos, que tamb\u00e9m havia aprovado a vacina, decidiu suspender sua licen\u00e7a ap\u00f3s o relato de efeitos adversos graves, que culminaram em hospitaliza\u00e7\u00f5es e mortes.<\/p>\n<p>Essa suspens\u00e3o, disse Viviane Machicado Cavalcante, pode fazer com que a Anvisa tamb\u00e9m reavalie sua decis\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo imunizante.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEssa not\u00edcia \u00e9 recente, do final de agosto. H\u00e1 cerca de um m\u00eas, os Estados Unidos, que t\u00eam essa vacina aprovada e que j\u00e1 estava em comercializa\u00e7\u00e3o, suspendeu a licen\u00e7a do imunizante, porque foram evidenciados alguns casos de efeitos adversos relacionados \u00e0 vacina, inclusive de encefalite idiop\u00e1tica. O FDA suspendeu a licen\u00e7a, s\u00f3 que a gente n\u00e3o sabe ainda qual vai ser o posicionamento da Anvisa em\u00a0rela\u00e7\u00e3o a isso\u201d, afirmou a m\u00e9dica.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Chikungunya<\/h2>\n<p>A chikungunya \u00e9 uma doen\u00e7a viral transmitida pela picada do mosquito <em>Aedes aegypti<\/em>, o mesmo transmissor da dengue e do\u00a0zika. Ela pode provocar dor cr\u00f4nica nas articula\u00e7\u00f5es. <strong>Os sintomas mais comuns s\u00e3o febre alta, dores nas articula\u00e7\u00f5es, dor de cabe\u00e7a, dor muscular, calafrios, dor atr\u00e1s dos olhos e manchas vermelhas no corpo.<\/strong> Em casos graves, os pacientes podem desenvolver dor cr\u00f4nica nas articula\u00e7\u00f5es que podem durar anos.<\/p>\n<p>A principal forma de preven\u00e7\u00e3o \u00e9 o combate ao mosquito, eliminando criadouros e \u00e1gua armazenada em vasos de plantas, pneus, garrafas pl\u00e1sticas e piscinas sem uso. \u00c9 na \u00e1gua parada que o mosquito deposita seus ovos.<\/p>\n<p><em>* A rep\u00f3rter viajou a convite da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).<\/em><\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/saude\/noticia\/2025-09\/chikungunya-traz-preocupacoes-apos-uma-decada-de-presenca-no-brasil\">Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passados pouco mais de dez anos dos primeiros casos identificados no pa\u00eds, o v\u00edrus causador do chikungunya ainda traz uma s\u00e9rie de preocupa\u00e7\u00f5es para o Brasil. 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