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{"id":3892,"date":"2025-09-29T13:05:40","date_gmt":"2025-09-29T16:05:40","guid":{"rendered":"https:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/29\/brasil-e-referencia-na-alimentacao-escolar-diz-especialista\/"},"modified":"2025-09-29T13:05:40","modified_gmt":"2025-09-29T16:05:40","slug":"brasil-e-referencia-na-alimentacao-escolar-diz-especialista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aparecidax.com.br\/index.php\/2025\/09\/29\/brasil-e-referencia-na-alimentacao-escolar-diz-especialista\/","title":{"rendered":"Brasil \u00e9 refer\u00eancia na alimenta\u00e7\u00e3o escolar, diz especialista"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p><strong>\u201cO Brasil n\u00e3o gosta de se auto elogiar\u201d. \u00c9 assim que Daniel Balaban, diretor do Programa Mundial de Alimentos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) no Brasil, come\u00e7a a responder perguntas sobre a pol\u00edtica brasileira de alimenta\u00e7\u00e3o nas escolas.<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1660615&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1660615&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>Apesar dessa esp\u00e9cie de mod\u00e9stia nacional, as Na\u00e7\u00f5es Unidas reconhecem o Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (Pnae) como um \u201cdos maiores e melhores projetos de alimenta\u00e7\u00e3o escolar do mundo\u201d, disse Balaban.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Oficialmente, o projeto completou 70 anos. Mas, para o representante da ONU, ele ganhou destaque a partir de 2009. Foi quando entrou em vigor a lei que definiu os par\u00e2metros do tipo de comida que deveria estar nas escolas, tirando espa\u00e7o dos biscoitos a\u00e7ucarados para colocar refei\u00e7\u00f5es completas no lugar.<\/strong><\/p>\n<p>Foi tamb\u00e9m em 2009 que Fernando Luiz Ven\u00e2ncio deu uma guinada na carreira. O colega que cuidava da cozinha da empresa onde trabalhava saiu de f\u00e9rias e Fernando, at\u00e9 ent\u00e3o metal\u00fargico, se ofereceu para ficar no lugar. Nunca mais saiu de perto das panelas.<\/p>\n<p>Hoje, ele chefia a equipe respons\u00e1vel pelas tr\u00eas refei\u00e7\u00f5es servidas todos os dias para os mais de 400 estudantes da Escola Johnson, em Fortaleza, no Cear\u00e1. Uma escola de ensino m\u00e9dio em tempo integral.\u00a0<\/p>\n<p>No card\u00e1pio h\u00e1 pratos como bai\u00e3o de dois, carne picadinha, farofa de ovo e o aclamado creme de galinha.<\/p>\n<p>&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Ag\u00eancia Brasil <\/strong>no WhatsApp<\/p>\n<h2>Peito de galinha<\/h2>\n<blockquote>\n<p>\u201cO creme de galinha n\u00e3o posso trocar por nada\u201d, diz Fernando. Feito com\u00a0peito de galinha desfiado e caldo de legumes, o prato n\u00e3o passa perto de ingredientes como creme de leite.\u00a0 \u201cN\u00e3o pode. A gente n\u00e3o usa isso, n\u00e3o usa queijo, nada disso\u201d, diz Fernando.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A restri\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 aleat\u00f3ria. A comida tem que atender todos os estudantes, incluindo os que t\u00eam restri\u00e7\u00f5es alimentares. \u201cA gente n\u00e3o pode fazer uma comida para dez e outra para 400. Tem que fazer para todo mundo, todos devem comer, tem que gostar e sem passar mal\u201d, avalia.\u00a0<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 o Fernando quem define o que entra no card\u00e1pio. \u201cA nutricionista passa para a gente e a gente tem que trabalhar em cima do card\u00e1pio\u201d, enfatiza.\u00a0 A presen\u00e7a de nutricionistas no espa\u00e7o escolar \u00e9 uma das exig\u00eancias de uma lei de 2009 que transformou merenda em refei\u00e7\u00e3o. Os card\u00e1pios precisam atender \u00e0s necessidades nutricionais, estar conectados \u00e0 cultura local, priorizar alimentos preparados na pr\u00f3pria escola, restringir ao m\u00e1ximo de 15% a presen\u00e7a de ultraprocessados e privilegiar alimentos da agricultura familiar, com no m\u00ednimo 30% de alimentos com essa origem.\u00a0<\/p>\n<h2>Do campo para a escola<\/h2>\n<blockquote>\n<p>\u201cDe tudo o que eu produzo, 30% v\u00e3o para a merenda escolar\u201d, afirma Marli Oliveira, agricultora familiar. No s\u00edtio de 6,5 hectares, em Ocara, no Cear\u00e1, ela cria galinhas caipiras, porcos, ovinos e abelhas. Mel, ovos e carnes que n\u00e3o v\u00e3o para o Pnae, ficam nas vendinhas do munic\u00edpio. Mas a venda garantida para as escolas \u201cfaz diferen\u00e7a na vida do agricultor, principalmente nos pequenos munic\u00edpios, j\u00e1 que a renda \u00e9 praticamente da agricultura\u201d, explica Marli.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Um levantamento do Observat\u00f3rio da Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (OAE) traduziu em n\u00fameros o que \u00e9 fazer a \u201cdiferen\u00e7a\u201d. O estudo mostra que, para cada R$ 1 que o Pnae investe na agricultura e na pecu\u00e1ria familiar, o Produto Interno Bruto (PIB) nacional cresce R$ 1,52 na agricultura e R$ 1,66 na pecu\u00e1ria.\u00a0<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=438751:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/0JJ_xEj_DhC7AlXlHMFRu07wfUg=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/09\/29\/como_o_brasil_virou_referencia_na_alimentacao_escolar_02.jpg?itok=E6Cc7JUS\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 29\/09\/2025 \u2013 Marli Oliveira, agricultora familiar que fornece ovos, mel e carnes de galinha, porco e ovinos para o Pnae no Cear\u00e1\u00a0&#13;&#10; Como o Brasil virou refer\u00eancia na alimenta\u00e7\u00e3o escolar\u00a0.&#13;&#10;Foto: Marli Oliveira\/Arquivo pessoal\" title=\"Marli Oliveira\/Arquivo pessoal\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/0JJ_xEj_DhC7AlXlHMFRu07wfUg=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2025\/09\/29\/como_o_brasil_virou_referencia_na_alimentacao_escolar_02.jpg?itok=E6Cc7JUS\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 29\/09\/2025 \u2013 Marli Oliveira, agricultora familiar que fornece ovos, mel e carnes de galinha, porco e ovinos para o Pnae no Cear\u00e1\u00a0&#13;&#10; Como o Brasil virou refer\u00eancia na alimenta\u00e7\u00e3o escolar\u00a0.&#13;&#10;Foto: Marli Oliveira\/Arquivo pessoal\" title=\"Marli Oliveira\/Arquivo pessoal\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=438751 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<p><!--copyright=438751-->Marli Oliveira, agricultora familiar, fornece ovos, mel, carnes de galinha, porco e ovinos para o Pnae no Cear\u00e1 &#8211; Foto:\u00a0<strong>Marli Oliveira\/Arquivo pessoal<\/strong><!--END copyright=438751--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A partir de 2026, a participa\u00e7\u00e3o da agricultura familiar no Pnae pode chegar a pelo menos 45%.\u00a0 Altera\u00e7\u00e3o aprovada pelo Congresso Nacional pode ser sancionada pelo presidente Lula.\u00a0Luzia M\u00e1rcia, que \u00e9 assentada da reforma agr\u00e1ria e produz castanha de caju em Chorozinho, no Cear\u00e1, comemorou a mudan\u00e7a. Ela ainda n\u00e3o fornece para o Pnae. \u201cA gente at\u00e9 concorreu recentemente. Infelizmente, pela quest\u00e3o da pontua\u00e7\u00e3o, a gente n\u00e3o passou\u201d, assegura.<\/p>\n<p>Com o aumento da demanda, ela espera conseguir abrir a porta: \u201co Pnae \u00e9 muito importante porque o escoamento da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 um dos maiores gargalos do agricultor hoje. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 produzir, mas \u00e9 onde eu vou colocar minha produ\u00e7\u00e3o?\u201d.<\/p>\n<h2>Tipo exporta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Entre os dias 18 e 19 de setembro, o Brasil sediou a 2\u00aa C\u00fapula da Coaliza\u00e7\u00e3o Global pela Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar, que reuniu representantes de mais de 90 pa\u00edses que se comprometeram a garantir comida de qualidade para mais de 700 milh\u00f5es de estudantes at\u00e9 2030.\u00a0<\/p>\n<p>Foi l\u00e1 que a ministra da Educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, Isabel Abreu, falou da coopera\u00e7\u00e3o com o Brasil. \u201cNossas nutricionistas foram formadas <em>online <\/em>com nutricionistas do Brasil e tivemos o apoio de uma nutricionista brasileira que ficou conosco tr\u00eas anos a orientando como confeccionar a refei\u00e7\u00e3o\u201d, assegura Isabel. S\u00e3o Tom\u00e9 tamb\u00e9m tem sido seguido no princ\u00edpio de colocar alimentos locais dentro da escola.<\/p>\n<p>Hoje, no Brasil, o Pnae atende 40 milh\u00f5es de estudantes todos os dias, da creche ao EJA (Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO programa ajudou o Brasil a sair do Mapa da Fome da ONU,\u201d observa Daniel Balaban. \u201cSe voc\u00ea n\u00e3o tivesse comida na escola, voc\u00ea deixaria em inseguran\u00e7a alimentar grande parte desses 40 milh\u00f5es de alunos. Para muitos, a principal refei\u00e7\u00e3o do dia \u00e9 na escola\u201d, enfatiza.<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Desafios<\/h2>\n<p>No entanto, apesar dos elogios, tocar o Pnae no dia a dia \u00e9 tarefa cercada de desafios. Em 2025, o or\u00e7amento do programa foi de R$ 5,5 bilh\u00f5es. O repasse por dia por estudante variou de R$ 0,41 para alunos do EJA at\u00e9 R$ 1,37 para creches e estudantes do ensino integral. Mas, antes do \u00faltimo reajuste, em 2023, os valores ficaram congelados por cinco anos<u>.<\/u>\u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m do repasse federal, estados e munic\u00edpios precisam complementar o valor com recursos pr\u00f3prios. Mas, nem sempre isso acontece. Segundo o Observat\u00f3rio da Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar, mais de 30% dos munic\u00edpios das regi\u00f5es Norte e Nordeste do Brasil n\u00e3o fazem isso.\u00a0<\/p>\n<p>Em outro levantamento, o OAE ouviu nutricionistas do Brasil para saber se eles conseguem cumprir as exig\u00eancias nutricionais do programa.<\/p>\n<p>Praticamente a metade (47%) disse que n\u00e3o e apontou os problemas. Entre os mais frequentes est\u00e3o a falta de estrutura para o preparo da alimenta\u00e7\u00e3o, a resist\u00eancia das fam\u00edlias e dos profissionais de educa\u00e7\u00e3o, a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos, o or\u00e7amento curto e a falta de profissionais de nutri\u00e7\u00e3o e de cozinheiros e cozinheiras.\u00a0<\/p>\n<h2>Alimenta\u00e7\u00e3o escolar<\/h2>\n<p>Para Albaneide Peixinho, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Nutri\u00e7\u00e3o, esses problemas s\u00e3o reflexo de como os gestores p\u00fablicos seguem entendendo a alimenta\u00e7\u00e3o escolar.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cInfelizmente, a vis\u00e3o que a maioria dos gestores ainda tem \u00e9 de que o programa se chama \u2018merenda\u2019. Ele \u00e9 apenas um lanche r\u00e1pido do ponto de vista do conceito da nutri\u00e7\u00e3o. [Eles] entendem como um programa assistencialista e acham que \u00e9 um grande favor que est\u00e3o fazendo\u201d, acentua.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Albaneide coordenou o Pnae durante 13 anos e fez parte da equipe que elaborou a lei de 2009 que est\u00e1 tentando enterrar essa ideia da merenda. Se contrapondo a essa no\u00e7\u00e3o antiga, ela\u00a0lembra de outro ingrediente que diferencia o Pnae: \u201cesse \u00e9 um programa pedag\u00f3gico de promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade. A forma\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos saud\u00e1veis \u00e9 t\u00e3o importante quanto a oferta das refei\u00e7\u00f5es que contribuem para a melhoria do ensino-aprendizagem\u201d<\/strong>. E finaliza: \u201capesar de entender que o Pnae \u00e9 uma refer\u00eancia mundial, porque est\u00e1 na Constitui\u00e7\u00e3o, algo que muitos pa\u00edses n\u00e3o t\u00eam, ainda h\u00e1 muito a avan\u00e7ar\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><em>* A rep\u00f3rter viajou a convite do MEC<\/em><\/p>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/educacao\/noticia\/2025-09\/brasil-e-referencia-na-alimentacao-escolar-diz-especialista\">Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO Brasil n\u00e3o gosta de se auto elogiar\u201d. \u00c9 assim que Daniel Balaban, diretor do Programa Mundial de Alimentos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) no Brasil, come\u00e7a a responder perguntas sobre a pol\u00edtica brasileira de alimenta\u00e7\u00e3o nas escolas. 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